quarta-feira, 13 de agosto de 2008
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Jogos de Guerra
Você já tinha ouvido falar da Ossétia do Sul? Eu não.
Agora a conhecemos, mas infelizmente não mais as 2 mil pessoas que morreram no conflito.
Poderíamos tomar conhecimento da existência da região nos cadernos de turismo, viagens, mas ela surgiu primeiro nas páginas sobre guerras, mortos, destruição.
A Geórgia se agarra a Ossétia do Sul como pode. Essa por sua vez, tenta escapar para os braços do namorado russo que ataca lá do norte, enquanto Bush...bom, Bush está ocupado demais assistindo basquete.
O tal do Hu Jintao, presidente chinês pediu para pelo menos respeitarem a duração dos jogos olímpicos.
Depois, se quiserem se matar, pode.
Mas pensei num plano B.
Digamos que eles aceitem uma trégua até o final dos jogos pequinêses.
Então não poderíamos mentir e dizer que as competições irão durar 2 anos ininterruptos?
Mentir é feio, eu sei.
Agora a conhecemos, mas infelizmente não mais as 2 mil pessoas que morreram no conflito.
Poderíamos tomar conhecimento da existência da região nos cadernos de turismo, viagens, mas ela surgiu primeiro nas páginas sobre guerras, mortos, destruição.
A Geórgia se agarra a Ossétia do Sul como pode. Essa por sua vez, tenta escapar para os braços do namorado russo que ataca lá do norte, enquanto Bush...bom, Bush está ocupado demais assistindo basquete.
O tal do Hu Jintao, presidente chinês pediu para pelo menos respeitarem a duração dos jogos olímpicos.
Depois, se quiserem se matar, pode.
Mas pensei num plano B.
Digamos que eles aceitem uma trégua até o final dos jogos pequinêses.
Então não poderíamos mentir e dizer que as competições irão durar 2 anos ininterruptos?
Mentir é feio, eu sei.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
No tempo das cyber-cavernas.
Começo de noite. Uma chuva forte.
De repente, acaba a energia!!!! (Muitas exclamações para realçar o espanto).
Sem internet, e-mails, MSN, navegadores sem rumo. O que fazer?! (Interrogação e exclamação juntas para enfatizar agora o horror do momento).
Uma família com pais e filhos vivenciando o drama.
Procuram-se as velas que nunca sabemos onde as deixamos e sempre temos que encontrá-las nesse momento, no escuro.
E agora? Essa energia será que demora? O que fazer? Você pergunta.
Ora.
Conversar, eu respondo (acho que merecia uma exclamação aqui, mas deixe pra lá).
Sim. Conversar não dói. Acreditem.
Na sala, agora iluminada pela pequena chama, podemos nos ouvir no silêncio dos aparelhos desfalecidos momentaneamente.
Ouvir e nos comunicar, trocar palavras, saber uns dos outros. Dar boas risadas.
A interrupção da energia, também acabou com a pressa, com o web-compromisso que virou rotina e cedeu lugar a comunhão.
A cena de uma família, um grupo, na sua sala, em torno do fogo é semelhante à de milhões de anos atrás em algumas cavernas desse nosso mundão.
Comunicação.
Convivência.
Sem dúvida que nada mais ágil e de esplêndida comunicação do que a internet e suas vias sem fim. Sou viciado nisso, reconheço.
Mas me refiro ao convívio com os nossos, da nossa caverna, que está sendo deixado de lado.
A TV, décadas atrás, era a caixinha pela qual ficamos vislumbrados enquanto os contadores de estórias deixaram a sala.
Agora temos uma outra caixinha ainda mais fascinante, pois existe a interação. Ela responde.
As cavernas atuais se dividem em sub-cavernas para a separação dos sub-grupos internos.
Nem a “caça” é mais apreciada em conjunto. É partilhada e cada um a devora em seu canto.
E assim caminhou a humanidade.
Vamos manter as velas acesas principalmente aquela chaminha interna.
Não esperemos a energia faltar. Nos desliguemos em troca de preciosos momentos.
Unplugged!
De repente, acaba a energia!!!! (Muitas exclamações para realçar o espanto).
Sem internet, e-mails, MSN, navegadores sem rumo. O que fazer?! (Interrogação e exclamação juntas para enfatizar agora o horror do momento).
Uma família com pais e filhos vivenciando o drama.
Procuram-se as velas que nunca sabemos onde as deixamos e sempre temos que encontrá-las nesse momento, no escuro.
E agora? Essa energia será que demora? O que fazer? Você pergunta.
Ora.
Conversar, eu respondo (acho que merecia uma exclamação aqui, mas deixe pra lá).
Sim. Conversar não dói. Acreditem.
Na sala, agora iluminada pela pequena chama, podemos nos ouvir no silêncio dos aparelhos desfalecidos momentaneamente.
Ouvir e nos comunicar, trocar palavras, saber uns dos outros. Dar boas risadas.
A interrupção da energia, também acabou com a pressa, com o web-compromisso que virou rotina e cedeu lugar a comunhão.
A cena de uma família, um grupo, na sua sala, em torno do fogo é semelhante à de milhões de anos atrás em algumas cavernas desse nosso mundão.
Comunicação.
Convivência.
Sem dúvida que nada mais ágil e de esplêndida comunicação do que a internet e suas vias sem fim. Sou viciado nisso, reconheço.
Mas me refiro ao convívio com os nossos, da nossa caverna, que está sendo deixado de lado.
A TV, décadas atrás, era a caixinha pela qual ficamos vislumbrados enquanto os contadores de estórias deixaram a sala.
Agora temos uma outra caixinha ainda mais fascinante, pois existe a interação. Ela responde.
As cavernas atuais se dividem em sub-cavernas para a separação dos sub-grupos internos.
Nem a “caça” é mais apreciada em conjunto. É partilhada e cada um a devora em seu canto.
E assim caminhou a humanidade.
Vamos manter as velas acesas principalmente aquela chaminha interna.
Não esperemos a energia faltar. Nos desliguemos em troca de preciosos momentos.
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Ode ao Bacon.
Quero aqui enaltecer as maravilhas do Bacon.
Não o Francis e muito menos o Kevin, mas aquele verdadeiro, de nobre importância para que essa espécie, a humana e a suína, perdure no planeta.
Bacon. Até o nome é bonito.
Lembra Baco, aquele romano gordinho, dos vinhos e criador das primeiras raves que se tem notícia.
Com certeza rolava muito bacon naquelas orgias, mas deixemos pra lá.
Voltando ao alimento, diria que o bacon não é ingrediente. Ele é o protagonista.
O X-bacon por exemplo, originalmente era bacon sozinho. Aos poucos ele foi se modificando e as diversas civilizações foram incluindo um queijo aqui, uma maionese alí, um par de pão, até chegar nesse formato que conhecemos e consumimos hoje.
Não existe a receita ideal. Existem sim duas categorias: com ou sem bacon.
Eu particularmente uso bacon em toda comida que faço.
Mesmo que a receita não peça, mas enquanto cozinho, vou beliscando uma porçãozinha de bacon com cerveja. Uma combinação não menos importante que Lennon e McCartney.
E o perfume de um bacon na chapa? Coisa divina.
Nenhum alquimista, químico ou perfumista consegue se aproximar de tal aroma.
Afirmo sem medo, que os amantes do bacon, onde me incluo, o levam no coração, por toda a vida.
Embora sempre apareçam de tempos em tempos, movimentos difamando seu uso (disse “difamando” e não ” defumando”), depoimentos médicos seja no Fantástico ou no Globo Repórter, a cultura baconiana sobrevive.
Sem falar dos defensores dos animais que sempre arrumam uma desculpa para andarem pelados por aí e chamam esse exibicionismo de manifestação.
A Pamela Anderson ainda vai. Pode.
Mas estudos comprovam que porções diárias de bacon estimula o humor, a alegria, a auto-estima e o consumo de água. Pode ser coca-cola também.
Um ET afirmaria que existe vida inteligente na Terra. Eu só tenho dúvidas sobre aqueles que não comem bacon.
Não o Francis e muito menos o Kevin, mas aquele verdadeiro, de nobre importância para que essa espécie, a humana e a suína, perdure no planeta.
Bacon. Até o nome é bonito.
Lembra Baco, aquele romano gordinho, dos vinhos e criador das primeiras raves que se tem notícia.
Com certeza rolava muito bacon naquelas orgias, mas deixemos pra lá.
Voltando ao alimento, diria que o bacon não é ingrediente. Ele é o protagonista.
O X-bacon por exemplo, originalmente era bacon sozinho. Aos poucos ele foi se modificando e as diversas civilizações foram incluindo um queijo aqui, uma maionese alí, um par de pão, até chegar nesse formato que conhecemos e consumimos hoje.
Não existe a receita ideal. Existem sim duas categorias: com ou sem bacon.
Eu particularmente uso bacon em toda comida que faço.
Mesmo que a receita não peça, mas enquanto cozinho, vou beliscando uma porçãozinha de bacon com cerveja. Uma combinação não menos importante que Lennon e McCartney.
E o perfume de um bacon na chapa? Coisa divina.
Nenhum alquimista, químico ou perfumista consegue se aproximar de tal aroma.
Afirmo sem medo, que os amantes do bacon, onde me incluo, o levam no coração, por toda a vida.
Embora sempre apareçam de tempos em tempos, movimentos difamando seu uso (disse “difamando” e não ” defumando”), depoimentos médicos seja no Fantástico ou no Globo Repórter, a cultura baconiana sobrevive.
Sem falar dos defensores dos animais que sempre arrumam uma desculpa para andarem pelados por aí e chamam esse exibicionismo de manifestação.
A Pamela Anderson ainda vai. Pode.
Mas estudos comprovam que porções diárias de bacon estimula o humor, a alegria, a auto-estima e o consumo de água. Pode ser coca-cola também.
Um ET afirmaria que existe vida inteligente na Terra. Eu só tenho dúvidas sobre aqueles que não comem bacon.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Su-su-sucesso!
O que define se uma pessoa, um profissional, teve sucesso na carreira?
Dinheiro? Apenas ele?
Vamos retirar os cargos executivos e pensar nas profissões de nós, mortais.
Então, em níveis que os salários não podem ser parâmetro para essa avaliação, como medir se, por exemplo, uma secretária ou um professor alcançou o sucesso?
Escrevo sobre isso por pensar que a sociedade no geral tem essa visão voltada para “a grana”.
Seguindo usando o exemplo do professor, ele pode ser extraordinário, acima da média, um cara que ama o que faz e se sente realizado por ensinar, mas o salário, ó!
Ele ensinou anos seguidos, com competência. colocando no caminho certo jovens mentes distraídas.
Não é um sucesso na sua categoria? Evidente que sim.
Ficou rico, muito bem de vida que seja? Provavelmente não.
O mesmo para uma secretária dedicada e atenta. E assim para tantas outras profissões.
Não se pode deixar afirmar a cultura do “perdedor” por não ter ganho dinheiro. Não é um mundo de possibilidades e oportunidades iguais onde pode-se carimbar nas pessoas esse adjetivo pesado.
Sucesso pode ser mensurado somente pela conta bancária ou pela lista da Forbes.
Eu não rasgo dinheiro, antes que muitos achem isso.
Trabalho e muito para conseguir o meu quinhão e viver tranqüilo, como a maioria de nós, entretanto, me considero um profissional muito capaz.
São coisas distintas.
Em tempo, pra quem tem TV a cabo, indico o canal Ideal, da Abril.
Aqui o site: www.idealtv.com.br
Trata de gestão empresarial, novos e consolidados negócios, mercado de trabalho, etc.
Dinheiro? Apenas ele?
Vamos retirar os cargos executivos e pensar nas profissões de nós, mortais.
Então, em níveis que os salários não podem ser parâmetro para essa avaliação, como medir se, por exemplo, uma secretária ou um professor alcançou o sucesso?
Escrevo sobre isso por pensar que a sociedade no geral tem essa visão voltada para “a grana”.
Seguindo usando o exemplo do professor, ele pode ser extraordinário, acima da média, um cara que ama o que faz e se sente realizado por ensinar, mas o salário, ó!
Ele ensinou anos seguidos, com competência. colocando no caminho certo jovens mentes distraídas.
Não é um sucesso na sua categoria? Evidente que sim.
Ficou rico, muito bem de vida que seja? Provavelmente não.
O mesmo para uma secretária dedicada e atenta. E assim para tantas outras profissões.
Não se pode deixar afirmar a cultura do “perdedor” por não ter ganho dinheiro. Não é um mundo de possibilidades e oportunidades iguais onde pode-se carimbar nas pessoas esse adjetivo pesado.
Sucesso pode ser mensurado somente pela conta bancária ou pela lista da Forbes.
Eu não rasgo dinheiro, antes que muitos achem isso.
Trabalho e muito para conseguir o meu quinhão e viver tranqüilo, como a maioria de nós, entretanto, me considero um profissional muito capaz.
São coisas distintas.
Em tempo, pra quem tem TV a cabo, indico o canal Ideal, da Abril.
Aqui o site: www.idealtv.com.br
Trata de gestão empresarial, novos e consolidados negócios, mercado de trabalho, etc.
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sábado, 2 de agosto de 2008
Criador e criatura
Sofro de um mal. Compulsão em criar.
Faz parte do meu dia-a-dia, a criação, meu trabalho, mas mesmo em horas de folga ou aqueles minutos antes de dormir (pouco), as idéias estouram na cabeça feito milho explodindo em pipoca.
Muitas vezes levanto pra fazer uma anotação que seja e assim pela manhã seguinte, validar ou não aquela idéia.
Outras vezes confio na memória mas metade dessas me arrependo de não ter feito a tal anotação. Esqueço.
Talvez a idéia não valesse o papel.
Elas chegam em formato de desenho, imagens, fragmentos, palavras ou textos inteiros que se formam no ar.
Também existe a ocasião, no meio de um projeto, da criação empacar feito mula velha ou Brasília com a bateria arriada.
E começa uma batalha campal, covarde. Você e seu exército são minoria mas teimosos e destemidos.
Muito sangue derramado e soldados perdidos depois, uma trégua. Um acordo.
No meu caso o que resolve esses impasses é um bom banho. Parece que tudo se clareia box a dentro, shampoo abaixo.
Retorno pra mesa com a solução ou pelo menos parte dela.
Hoje é fácil, pois meu escritório é em casa. Como empregado no mínimo embaraçoso.
- Chefe, eu preciso de um banho, já volto.
Voltando a tal compulsão, o ócio é dos momentos aquele de produção mais fértil talvez.
E também quando se cria com maior coragem, pela falta de previsão e de esperança pela dita cuja.
São idéias mais puras digamos assim.
Newton, Da Vince, Galileo e outros tantos na história provaram isso.
A compulsão não incomoda, ou se convive bem com ela, mas me instiga.
Prometo perguntar na terapia e voltar com uma resposta nem que seja pra ficar com um casal de pulgas atrás da orelha.
Faz parte do meu dia-a-dia, a criação, meu trabalho, mas mesmo em horas de folga ou aqueles minutos antes de dormir (pouco), as idéias estouram na cabeça feito milho explodindo em pipoca.
Muitas vezes levanto pra fazer uma anotação que seja e assim pela manhã seguinte, validar ou não aquela idéia.
Outras vezes confio na memória mas metade dessas me arrependo de não ter feito a tal anotação. Esqueço.
Talvez a idéia não valesse o papel.
Elas chegam em formato de desenho, imagens, fragmentos, palavras ou textos inteiros que se formam no ar.
Também existe a ocasião, no meio de um projeto, da criação empacar feito mula velha ou Brasília com a bateria arriada.
E começa uma batalha campal, covarde. Você e seu exército são minoria mas teimosos e destemidos.
Muito sangue derramado e soldados perdidos depois, uma trégua. Um acordo.
No meu caso o que resolve esses impasses é um bom banho. Parece que tudo se clareia box a dentro, shampoo abaixo.
Retorno pra mesa com a solução ou pelo menos parte dela.
Hoje é fácil, pois meu escritório é em casa. Como empregado no mínimo embaraçoso.
- Chefe, eu preciso de um banho, já volto.
Voltando a tal compulsão, o ócio é dos momentos aquele de produção mais fértil talvez.
E também quando se cria com maior coragem, pela falta de previsão e de esperança pela dita cuja.
São idéias mais puras digamos assim.
Newton, Da Vince, Galileo e outros tantos na história provaram isso.
A compulsão não incomoda, ou se convive bem com ela, mas me instiga.
Prometo perguntar na terapia e voltar com uma resposta nem que seja pra ficar com um casal de pulgas atrás da orelha.
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