quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Ode ao Bacon.

Quero aqui enaltecer as maravilhas do Bacon.

Não o Francis e muito menos o Kevin, mas aquele verdadeiro, de nobre importância para que essa espécie, a humana e a suína, perdure no planeta.

Bacon. Até o nome é bonito.

Lembra Baco, aquele romano gordinho, dos vinhos e criador das primeiras raves que se tem notícia.

Com certeza rolava muito bacon naquelas orgias, mas deixemos pra lá.

Voltando ao alimento, diria que o bacon não é ingrediente. Ele é o protagonista.

O X-bacon por exemplo, originalmente era bacon sozinho. Aos poucos ele foi se modificando e as diversas civilizações foram incluindo um queijo aqui, uma maionese alí, um par de pão, até chegar nesse formato que conhecemos e consumimos hoje.

Não existe a receita ideal. Existem sim duas categorias: com ou sem bacon.

Eu particularmente uso bacon em toda comida que faço.

Mesmo que a receita não peça, mas enquanto cozinho, vou beliscando uma porçãozinha de bacon com cerveja. Uma combinação não menos importante que Lennon e McCartney.

E o perfume de um bacon na chapa? Coisa divina.

Nenhum alquimista, químico ou perfumista consegue se aproximar de tal aroma.

Afirmo sem medo, que os amantes do bacon, onde me incluo, o levam no coração, por toda a vida.

Embora sempre apareçam de tempos em tempos, movimentos difamando seu uso (disse “difamando” e não ” defumando”), depoimentos médicos seja no Fantástico ou no Globo Repórter, a cultura baconiana sobrevive.

Sem falar dos defensores dos animais que sempre arrumam uma desculpa para andarem pelados por aí e chamam esse exibicionismo de manifestação.

A Pamela Anderson ainda vai. Pode.

Mas estudos comprovam que porções diárias de bacon estimula o humor, a alegria, a auto-estima e o consumo de água. Pode ser coca-cola também.

Um ET afirmaria que existe vida inteligente na Terra. Eu só tenho dúvidas sobre aqueles que não comem bacon.

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